Livros recomendados
Educação Infantil Cadê meu travesseiro? Uma gostosa viagem pelo país das brincadeiras, das cantigas infantis e dos contos de fadas - assim são as histórias que Ana Maria Machado reuniu nesta coleção. Escrita em rimas e cheias de ritmos, são indicadas para os pequenos leitores ouvirem e apreciarem. Com ilustrações de Denise Fraifeld, os livros são também gostosos de se ver, e proporcionam a pais e filhos, professores e alunos, momentos aconchegantes de prazerosa leitura. Cadê o meu travesseiro? "Você viu meu travesseiro?", pergunta a sonolenta Isadora. E passando pelo Tororó, pelo bosque onde mora o lobo e outros elementos de histórias e cantigas infantis, chega ao aconchegante país do sono, onde um príncipe muito especial a espera!
Ensino Fundamental - 1ª a 4ª série Carolina e o Vento Autor: Samuel Murgel Branco Quando Carolina foi passar férias na casa do avô, construíram juntos um papagaio e foram para a praia empiná-lo. Além de se divertir, ela aprendeu coisas que até então não sabia a respeito do vento. À noite, ao fechar a janela de seu quarto, que se abriu com a ventania, Carolina foi levada por uma rajada de vento até os galhos mais altos de uma jaqueira. Reduzida ao tamanho de um passarinho, foi convidada por uma coruja a se proteger em sua toca. A coruja era muito sabida, e, ao ver como a menina era curiosa, foi ensinando muitas outras coisas sobre o vento que o avô ainda não havia dito. A menina aprendeu que o vento move os moinhos, que moem grãos; forma as dunas de areias; carrega sementes para lugares distantes e pode até gerar eletricidade. E que, quando é muito forte, provoca furacões, causando muita destruição. Carolina precisava voltar pra casa, pois já estava amanhecendo. Despediu-se
da nova amiga e agradeceu por tudo que ela havia lhe ensinado. Foi levada por
uma brisa suave, e, quando saltou para dentro do quarto, sentiu que já havia
voltado ao seu tamanho normal.
De manhã, quando a mãe de Carolina foi chamá-la, encontrou a janela aberta.
O que será que tinha acontecido?
Ensino Fundamental - 5ª a 8ª série Al Capone e sua gangue Todo mundo deve ter ouvido falar do Al Capone. Para quem o conheceu em filmes de gângster, ele foi um homem mau, feio, rico, corrupto, muito poderoso e desumano, que andava com seus capangas, sempre de charuto, metralhadora debaixo do braço, em suspeitíssimos carrões pretos. Mas esse é o Al Capone de verdade ou apenas uma lenda? Dizem que o Al era um facínora, mas ninguém sabe que ele morou com a mãe a vida inteira. O apelido dele é conhecido: Scarface, cicatriz. Mas ninguém lembra que ele usava uns ternos coloridíssimos e inventou a moda gângster. Mafioso que se preza leva a arma escondida numa caixa de violino - mas o Al geralmente não andava armado (um dos capangas dele é que levava a arma num saco de golfe). Al Capone era o próprio Poderoso Chefão. Na verdade, ele foi bem mais poderoso do que as pessoas imaginam, ao ponto de muita gente achar que era um herói. Tudo isso é revelado em Al Capone e sua gangue, que traz o diário secreto do Al, informações sobre o universo de malfeitores de Chicago (como armas, olheiros e bebidas clandestinas), páginas do Chicago Urgente cheias de sangue, brigas, morticínios, enterros de gângsteres e - exclusivo! - os arquivos do implacável investigador Lefty Lane.
Professores Chico Mendes - Crime e Castigo
Chico Mendes - Crime e castigo reúne reportagens escritas por Zuenir Ventura a respeito do maior líder ambientalista que o Brasil já teve. Quando foi assassinado, em 22 de dezembro de 1988, Chico Mendes estava com 44 anos e era mundialmente reconhecido por sua luta pela preservação da Amazônia. No Estado do Acre, à frente dos seringueiros que organizou, Chico desenvolveu táticas pacíficas de resistência para defender a floresta, que a partir da década de 70 sofrera um acelerado processo de desmatamento para dar lugar a grandes pastagens de gado. Chico lutou contra a devastação e chamou a atenção do mundo para essa luta. O New York Times já o havia considerado "um símbolo de todo o planeta" e a ONU já o premiara, mas Chico Mendes precisou ser assassinado para ser reconhecido no Brasil. O líder seringueiro havia anunciado sua morte iminente, depois de ter recebido inúmeras ameaças. Em cartas, artigos e entrevistas, denunciou os suspeitos às autoridades brasileiras, que não tomaram nenhuma providência de fato para evitar sua morte. O livro de Zuenir Ventura é dividido em três partes. A primeira, "O crime", reúne as reportagens feitas para o Jornal do Brasil no começo de 1989, logo após o assassinato do seringueiro. Na segunda, "O castigo", estão as reportagens produzidas dois anos depois, em 1990, juntamente com Marcelo Auler, durante a segunda e a terceira viagens do repórter ao Acre, para cobrir o julgamento dos assassinos. "15 anos depois" é a terceira parte, com textos de outubro de 2003, quando Zuenir revisitou lugares e personagens envolvidos no crime. Pais O anjo pornográfico - a vida de Nelson Rodrigues A vida de Nelson Rodrigues (1912-1980) foi mais espantosa do que qualquer uma de suas histórias. E olhe que ele escreveu peças como Vestido de noiva e Boca de Ouro, romances como Asfalto selvagem e O casamento e os milhares de contos de A vida como ela é... Mas foi de sua vida, e da vida de sua trágica família, que Nelson Rodrigues extraiu a obsessão pelo sexo e pela morte. Gênio ou louco? Tarado ou santo? Reacionário ou revolucionário? Nenhum outro escritor brasileiro foi tão polêmico em seu tempo. Para escrever O anjo pornográfico, Ruy Castro, autor do consagrado Chega de Saudade, realizou centenas de entrevistas com 125 pessoas que conheceram intimamente Nelson Rodrigues e sua família. Elas o ajudaram a reconstituir essa assombrosa história, capaz de arrancar risos e lágrimas.
Confira outras indicações de leitura: Os dez amigos/ Ou isso ou aquilo/ Meu pé de laranja lima/ A construção amorosa do saber/ A Criança Leo e Albertina/ A semente da verdade/ Gigantes Belgas/ O Continente/ Histórias brasileiras de verão O Planeta Lilás/ Fábulas do amor distante/ Meninos do Mangue/ O vôo da madrugada/ Mongólia
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