Sistema de Ensino Integral
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O aluno, o professor e a pedagogia do prazer
Por José Carlos Antonio     Atualizado em 3/22/2005  Página 4 de 4   < anterior  
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Como aplicar esta matéria em sala de aula

Colegas professores,

Este artigo aborda uma questão atual da educação: a “pedagogia do prazer”. O artigo não pretende discutir em profundidade os méritos dessa pedagogia e nem mesmo abordá-la em suas particularidades. Quem quiser se aprofundar no assunto pode procurar referências dela nos autores que a idealizaram, como Piaget, Freire e Rogers, por exemplo. O propósito do artigo é propor uma reflexão sobre a máxima de que “só se aprende aquilo que nos desperta prazer” e no impacto que isso tem causado nas escolas.

Se por um lado aprender pode ser divertido e prazeroso, por outro, não há nenhum método que funcione “sempre” e nem “para todos” pelo qual se possa ensinar de maneira que o aluno sempre tenha prazer em aprender. O que fazer então?

Se só aprende quando se tem prazer em aprender e, se sempre for possível achar um meio de ensinar de forma prazerosa, então quem ensinará aos professores as formas prazerosas de ensinar? Ou deveria o professor ser naturalmente capaz de despertar o prazer de aprender em todos os seus alunos?

Como é possível ensinar de forma prazerosa algo que o aluno antecipadamente “não gosta”, mesmo que ele desconheça do que se trata?

 
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